A contratação de funcionário no MEI é um tema que gera muitas dúvidas entre microempreendedores em expansão. Contratar um colaborador é permitido por lei, desde que respeitadas regras específicas. Quando bem planejada, essa decisão aumenta produtividade, reduz sobrecarga e impulsiona o crescimento do negócio. Mesmo sendo um processo simples, muitos MEIs desconhecem detalhes legais e operacionais. Por isso, entender cada etapa evita riscos e torna a jornada mais segura e estratégica antes do primeiro registro.
Muitos profissionais começam sozinhos, cuidando de atendimento, execução, financeiro e administração ao mesmo tempo. Com o crescimento da demanda, porém, o tempo deixa de ser suficiente para entregar qualidade e cumprir prazos. Nesse momento, surge a dúvida: “MEI pode contratar funcionário?” A resposta é sim. Inclusive, quando esse passo é organizado com estratégia, ele transforma a rotina, reduz a sobrecarga e abre espaço para faturar mais.
O Microempreendedor Individual pode contratar até um funcionário, limitado ao salário mínimo ou ao piso salarial da categoria. Essa regra garante que o negócio permaneça enquadrado como MEI, preservando benefícios tributários. Embora pareça restritivo, é um avanço importante para quem precisa de apoio nas tarefas operacionais e deseja focar no crescimento.
Em relação ao custo, o processo é mais acessível do que muitos imaginam. O MEI contribui com 3% de INSS patronal e 8% de FGTS, calculados sobre o salário. O funcionário, por sua vez, contribui com o INSS recolhido na folha. Dessa forma, a carga financeira é menor do que em uma empresa maior, incentivando a formalização sem inviabilizar o negócio.
Planejamento é essencial. Caso contrário, o empreendedor pode se complicar com inadimplência de guias, erros de cálculo ou autuações trabalhistas. Por outro lado, quando existe previsibilidade de gastos e organização mensal, o colaborador deixa de ser gasto fixo e se torna investimento em crescimento.
Para registrar o funcionário, o MEI deve solicitar documentos pessoais, dados trabalhistas e comprovações básicas. Essas informações permitem criar o contrato, realizar admissão no eSocial e formalizar o vínculo. Antes disso, o colaborador deve passar por exame admissional, comprovando aptidão física para o trabalho.
Apesar de não ser obrigatório ter contador, o ideal é contar com apoio contábil, principalmente para quem não domina eSocial, GFIP e cálculos trabalhistas. O MEI precisará elaborar folha mensal, recibo, calcular encargos e enviar informações dentro de prazos legais. Pequenos atrasos podem gerar multas. Quando existe orientação técnica, tudo flui com mais segurança e previsibilidade.
Com a admissão concluída, surgem novas responsabilidades. Será necessário recolher FGTS mensalmente, gerar guias, registrar férias, administrar folha e atualizar o eSocial. Se houver afastamento, o MEI pode contratar outro profissional por tempo determinado, mantendo apenas um ativo simultaneamente. Assim, o enquadramento permanece regular e dentro das regras legais.
Esse passo pode trazer ganhos significativos. O empreendedor ganha tempo para vender, negociar e aprimorar o negócio. O funcionário ganha segurança trabalhista. Com isso, o relacionamento profissional se fortalece e a empresa passa a operar com estrutura mais organizada.
Contratar é um movimento inteligente quando a demanda cresce ao ponto de ultrapassar a capacidade de execução individual. Nesse cenário, delegar tarefas permite que o empreendedor foque em vendas, gestão de clientes, expansão e construção de marca. Afinal, contratar não é despesa — é investimento que retorna em produtividade, faturamento e profissionalização.
Além disso, credibilidade aumenta. Clientes sentem segurança ao ver uma empresa estruturada. Fornecedores confiam mais, bancos facilitam crédito e o negócio amadurece. Consequentemente, portas se abrem para contratos maiores e novos projetos. Com crescimento gradual, o MEI pode evoluir para ME e contratar mais funcionários no futuro.
Mesmo com encargos reduzidos, o empreendedor deve prever custos além do salário. Benefícios obrigatórios como FGTS e INSS entram no cálculo mensal. Há também provisão para férias, 13º e eventuais afastamentos. Entretanto, com uma boa organização financeira, isso não pesa — especialmente se o colaborador estiver gerando retorno.
É possível ajustar preço de serviços, criar metas de produtividade e monitorar indicadores. Quando o negócio opera com números claros, o gestor toma decisões com segurança e evita surpresas desagradáveis. O funcionário se torna multiplicador de lucro, e não apenas um custo adicional.
A contabilidade garante conformidade fiscal e trabalhista. Além disso, orienta sobre folha, encargos, rescisões, contratação temporária e regularização de admissões. Com suporte profissional, o empreendedor foca no que realmente importa: crescer. Muitos MEIs que tentam fazer tudo sozinhos cometem erros, perdem prazos, pagam multas ou registram vínculos de forma incorreta.
Contar com especialistas elimina riscos, reduz retrabalho e protege o negócio. Portanto, ter suporte contábil não é gasto. É proteção e velocidade de crescimento.
Agora você entende como funciona a contratação de funcionário no MEI, quais custos existem, quais documentos solicitar e como manter obrigações mensais. Com organização e orientação correta, contratar é um passo seguro para evoluir e tirar peso das costas do empreendedor. Se você sente que está fazendo tudo sozinho e que o negócio poderia render mais com ajuda, talvez esse seja o momento de avançar.
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